
A BYD revelou um dos veículos mais aguardados pelos brasileiros: a versão híbrida do Dolphin. A apresentação aconteceu na Inglaterra, no Goodwood Festival of Speed 2026. Equipado com o sistema Super Híbrido DM (Dual Mode), o modelo é o único híbrido plug-in (PHEV) em seu segmento e oferece autonomia de até 1.040 quilômetros com bateria carregada e tanque cheio. A inédita pintura Sunset Orange reforçou a proposta de modernidade do modelo (ANDRÉ MARINHO – JORNALISTA)

A BYD ainda não confirmou oficialmente data, versões ou preço para o Brasil. Mas o Dolphin G DM-i já está nos planos da marca para o país e é esperado por aqui a partir de 2027, com motorização flex e possibilidade de produção nacional em Camaçari, na Bahia.

O conjunto combina motor 1.5 aspirado a gasolina, motor elétrico e bateria Blade. Nas versões mais potentes, o sistema entrega até 212 cv. A lógica de funcionamento prioriza a tração elétrica no uso diário, enquanto o motor a combustão entra para gerar energia ou ajudar em situações de maior demanda.
Esse conjunto é diferente de um híbrido convencional. No Dolphin G, a bateria é maior, pode ser recarregada na tomada e permite rodar distâncias mais longas sem ligar o motor a gasolina. Na Europa, o Dolphin G será oferecido com duas opções de bateria. A versão de entrada usa pacote de 7,42 kWh e promete até 40 km de autonomia elétrica pelo ciclo WLTP.

As versões mais caras adotam bateria de 18,3 kWh, suficiente para até 105 km em modo elétrico. Esse número é importante porque cobre boa parte dos deslocamentos urbanos diários sem consumo de combustível, desde que o motorista mantenha o carro carregado.
A autonomia combinada chega a 1.040 km com tanque cheio e bateria carregada. A BYD também informa consumo de até 1,4 l/100 km com a bateria cheia, o equivalente a cerca de 71 km/l. Com a bateria descarregada, o consumo declarado é de 4,3 l/100 km, ou 23,2 km/l. Esses dados são europeus e devem mudar no Brasil, principalmente se o modelo vier mesmo com motor flex.




