
O Pavilhão de Exposições do Anhembi revelou novos carros e marcas ao público de nos últimos dez dias, com o retorno, depois de sete anos do Salão do Automóvel 2025. Mas nas mais de 200 concessionárias da BYD, em novembro, a marca alcançou a sua melhor performance em vendas desde que iniciou sua operação de veículos leves no Brasil, em 2022 (ANDRÉ MARINHO – JORNALISTA)



Foram mais de 16.500 pedidos, entre varejo e vendas diretas, este último segmento impulsionado por um programa de small business recém lançado pela nova diretoria Comercial, liderada por Fábio Lage. Os números oficiais do fechamento do mês devem ser divulgados nos próximos dias.
O recorde comercial da BYD esquenta um debate levantado por especialistas durante o Salão do Automóvel de São Paulo: o mercado será capaz de absorver tantas marcas novas?
O reencontro com o salão fez o visitante matar uma saudade de sete anos por carros modernos e novidades, mas saindo daqueles 500 metros quadrados de cada estande, aonde vão parar todos os lançamentos mostrados no Anhembi?
A BYD vai fechar 2025 com 210 concessionárias abertas e 15 em fase final de obra. A Denza, marca premium que estreou na feira, com três abertas e quatro em obras.
Quando o Salão do Automóvel de 2025 chegou ao quarto dia de funcionamento em São Paulo, em Camaçari, na Bahia, a fábrica da BYD alcançou a marca de 10 mil carros produzidos em menos de 60 dias de operação. Um segundo turno de trabalho — das 18h às 3h15 — já começou em fase experimental.

A BYD já apresentou seu modelo de motor híbrido flex e doou ao governo brasileiro uma edição especial do BYD Song Pro Híbrido Flex especialmente para a COP 30, recém realizada na Amazônia.




